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🇦🇫 AfeganistãoCEO Alerta Após Morte De Engenheiro-chefe Em Navio No Estreito De Ormuz

O'Neil afirmou que a morte levanta uma questão que ninguém no setor deveria evitar: Estamos fazendo o suficiente para proteger os marítimos que trabalham nas zonas de conflito do mundo?
O'Neil afirmou que a morte levanta uma questão que ninguém no setor deveria evitar: "Estamos fazendo o suficiente para proteger os marítimos que trabalham nas zonas de conflito do mundo? Sua resposta foi direta: "a resposta honesta é não". Ele previu que haverá "condolências, declarações e renovadas afirmações de que os marítimos nunca devem se tornar danos colaterais", mas alertou que, "a menos que essas palavras levem a uma ação coordenada e significativa, oferecerão pouco conforto à família enlutada ou aos milhares de marítimos que ainda navegam em águas perigosas".
O'Neil argumentou que o setor deve tornar a questão pessoal, perguntando qual seria a resposta pública se um míssil atingisse um cruzeiro e matasse um passageiro. Ele enfatizou que os marítimos são civis, "não são combatentes e não têm parte nas disputas políticas ou militares". Apesar disso, as tripulações enfrentam "mísseis, drones, minas e outras ameaças no Mar Negro, no Mar Vermelho e no Golfo. Ele rejeitou a ideia de que todo marítimo tem escolha totalmente livre, pois recusar pode significar perda de renda ou danos à carreira.
Fonte: Cyprus Mail
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